Em 1918 a gripe matou 1 por cento da humanidade.

Este fato ocorrido a um século deveria ter provocado uma mudança na visão de mundo na humanidade. Não foi o que ocorreu e a oportunidade foi perdida.

Se tivesse havido a mudança de visão de mundo não haveria mais aglomeração de pessoas em cidades enormes. É sabido que com a aglomeração é inevitável que haja epidemia. Uma após a outra. A população estaria distribuída de forma a evitar a superpopulação como é hoje no mundo todo. As casas teriam o distanciamento interno necessário para evitar a propagação do vírus. Não existiram cortiços nem barracos. Todos habitariam locais dignos de seres humanos e o problema da epidemia seria controlado.

Os transportes seriam adequados evitando a aglomeração dentro de ônibus, trens, metrô, etc.
O sistema de saúde estaria preparado para qualquer eventualidade, seja de que tamanho fosse. Já que a população estaria distribuída a não sobrecarregar o sistema.
Da mesma forma a economia nunca seria afetada.

O sistema ecológico estaria protegido e não haveria exposição à vírus ainda desconhecidos.

Tudo isso poderia ter sido feito em um século, mas a oportunidade foi perdida.
Agora temos uma nova oportunidade pela frente. Será que a humanidade aprenderá desta vez?
Sugiro a leitura do livro “A próxima peste” de Laurie Garrett.

HELIO COUTO
Hélio Couto
9/5/2020