Segundo Anthony Robbins existem muitas fatores  comuns à pessoas como Spielberg, Springsteen, Kennedy e outros;  todos eles foram capazes de agir com firmeza em busca de realizar seus próprios sonhos.

Porém sete características são fundamentais de caráter que essas pessoas cultivam dentro de si:
Essas características lhe dão o entusiamos para fazer o que for preciso para serem bem sucedidas.

SETE MECANISMOS ACIONADORES BÁSICOS QUE PODEM GARANTIR O SEU SUCESSO:

    CARACTERÍSTICA NÚMERO UM


PAIXÃO:
  Falamos dela no trecho anterior, mas se não leu o quer reler,  basta acessar o link no final desta matéria.

CARACTERÍSTICA NÚMERO DOIS

     CRENÇA:


     Todo livro religioso fala sobre o poder e o efeito da fé e da crença na humanidade. As pessoas          bem-sucedidas diferem,numa escala muito maior em suas crenças, daquelas que falham.
 Nossas crenças sobre o que somos e o que podemos ser determinam precisamente o que seremos.
 Se acreditamos em magia, viveremos uma vida mágica. 
Se acreditamos que nossa vida é definida por limites estreitos, de repente transformaremos esses
limites em realidade. 
O que acreditamos ser verdade, o que acreditamos ser possível torna-se verdade, torna-se possível. Este livro lhe indicará um meio específico,científico, para mudar logo suas crenças, a fim de que elas ajudem-no na realização de suas metas mais desejadas. 
Muitas pessoas são impetuosas, mas, devido às suas crenças limitadas sobre quem são e o que podem fazer, nunca agem de forma a tornar seus sonhos uma realidade. Pessoas bem-sucedidas sabem o
que querem, e acreditam que conseguirão. 


"O homem é o que ele acredita. " - Anton Tchecóv


Sempre pensamos em crenças no sentido de credos ou doutrinas e muitas crenças o são. Mas, no sentido básico, uma crença é qualquer princípio orientador,máximas, fé ou paixão que pode proporcionar significado e direção na vida. Estímulos ilimitados estão disponíveis para nós. Crenças são os filtros pré-arranjados e organizados para nossas percepções do mundo. São como comandos do cérebro.
Quando acreditamos com convicção que alguma coisa é verdade, é como se mandássemos um comando para nosso cérebro, de como representar o que está ocorrendo. Casals acreditava na música e na arte. Foi o que deu beleza, ordem e nobreza para sua vida, e é o que poderia ainda lhe proporcionar milagres diários.
Por acreditar no poder transcendente de sua arte, ele estava fortalecido de uma forma que quase desafiava o entendimento. Suas crenças transformavam-no, diariamente, de um velho homem cansado num gênio de vida. No sentido mais profundo, elas o mantinham vivo.

A crença envia um comando direto para seu sistema nervoso. Quando acredita que alguma coisa é verdade, você entra mesmo no estado de que aquilo deve ser verdade. Tratadas de maneira certa, as crenças podem ser as mais poderosas forças para criar o bem em sua vida. Por outro lado,crenças que limitam suas ações e pensamentos podem ser tão devastadoras como as crenças cheias de recursos podem ser fortalecedoras. Através da história, as religiões têm fortalecido milhões de pessoas dando-lhes força para fazerem coisas que pensavam que não podiam. As crenças nos ajudam a liberar os mais ricos recursos que estão bem dentro de nós, criando-os e dirigindo-os para apoiarem nossos
resultados desejados.
Crenças são os compassos e os mapas que nos guiam em direção a nossas metas e nos dão a certeza de saber que chegaremos lá. Sem crenças ou a capacidade de entrar nelas, as pessoas podem ser totalmente enfraquecidas. São como um barco a motor sem o motor ou leme.
Com crenças orientadoras fortes, você tem o poder de tomar medidas e criar o mundo no qual quer viver. As crenças ajudam-no a ver o que quer e energizam-no para obtê-lo.
De fato, não há força diretora mais poderosa no comportamento humano do que a crença. Em essência, a história humana é a história da crença humana. As pessoas que mudaram a história - Cristo, Maomé, Copérnico, Colombo, Edison ou Einstein - foram as que mudaram nossas crenças. Para mudar nossos próprios comportamentos temos de começar a alterar nossas próprias crenças. Se quisermos modelar excelência, precisamos aprender a modelar as crenças daqueles que alcançaram excelência.
O nascimento da excelência começa com nosso reconhecimento de que nossa crença é uma escolha. Em geral, não pensamos nela dessa forma, mas a crença pode ser uma escolha conscienciosa. Você pode escolher crenças que o limitem, ou que o apoiem. O truque é escolher crenças que contribuam para o sucesso e os resultados que queira, e descartar as que o retardam.
É nossa crença que determina quanto de nosso potencial seremos capazes de liberar. As crenças podem abrir ou fechar`o fluxo de idéias. Imagine a seguinte situação. Alguém lhe diz: “Por favor, pegue-me o sal", e, enquanto você vai para a sala ao lado, diz: "Mas eu não sei onde ele está". Depois de procurar durante uns poucos minutos, você grita: "Não consigo encontrar o sal". Então, aquela pessoa dirige-se para lá, pega o sal na prateleira bem na sua frente e diz: "Olhe aqui, seu bobo, está aqui, bem na sua frente. Se fosse uma cobra, teria picado você”.
Quando você disse: "Eu não consigo" deu a seu cérebro um comando para não ver o sal. Em psicologia chamamos a isso de escotoma, mancha imóvel que ocupa uma parte do campo visual. Lembre-se, toda experiência humana, tudo que já disse, viu, ouviu, sentiu, cheirou ou degustou, está arquivado em seu cérebro.
Quando diz congruentemente que não pode se lembrar, está certo. Quando diz que pode, você dá uma ordem a seu sistema nervoso, que abre os caminhos para a parte do cérebro que tem capacidade de dar as respostas necessárias.
Assim, outra vez, o que são crenças? São abordagens para a percepção pré-formadas,pré-organizadas, que filtram nossa comunicação para nós mesmos, de uma maneira consistente. De onde vêm as crenças? Por que algumas pessoas têm crenças que as empurram na direção do sucesso, enquanto outras têm crenças que só ajudam-nas a falhar? Se vamos tentar modelar as crenças que favorecem
a excelência, a primeira coisa que precisamos descobrir é de onde vêm aquelas crenças.
A primeira fonte é o ambiente. É aí que os ciclos de sucesso, que estão produzindo sucessos, e os de fracasso, que estão produzindo fracassos, são apresentados da forma mais implacável.
O ambiente pode ser, sozinho, o mais potente gerador de crenças, mas não é o único. Se fosse, moraríamos num mundo estático, onde as crianças ricas só conheceriam a riqueza, e as pobres nunca subiriam acima de suas origens. Mas há outras experiências e meios de aprender que também podem ser incubadores de crença.
Acontecimentos, pequenos ou grandes, podem ajudar a criar crenças. Há certos acontecimentos em nossa vida dos quais a gente nunca se esquece. Onde estava você no dia em que John F. Kennedy foi morto? Se já tinha idade para se lembrar, tenho certeza que sabe. Para muitas pessoas, foi um dia que alterou para sempre seus pontos de vista. Da mesma forma, a maioria de nós tem experiências das quais nunca esquecerá, circunstâncias que provocaram tal impacto, que ficaram instaladas para sempre em nossos cérebros. São essas as espécies de experiências que formam as crenças que podem mudar nossas vidas.
Um terceiro caminho para criar crenças é através do conhecimento. Uma experiência direta é uma forma de conhecimento. Outra é obtida pela leitura, vendo filmes, vendo o mundo como é retratado por outros. O conhecimento é uma das grandes maneiras de quebrar as algemas de um ambiente limitador. Não importa quão rígido seja o seu mundo; se puder ler sobre as realizações dos outros, pode criar as crenças que lhe permitirão ser bem-sucedido.
Um quarto caminho para criar resultados é através de nossos resultados passados. A maneira mais certa para criar a crença de que você pode fazer alguma coisa é fazê-la uma vez. Só uma vez. 
Se você for bem-sucedido uma vez, é bem mais fácil formar a crença de que fará novamente com sucesso.
O quinto caminho para estabelecer crenças é através da criação em sua mente da experiência que deseja no futuro, como se estivesse aqui agora. Assim como as experiências passadas podem mudar suas representações internas e, desse modo, o que você acredita passa a ser possível, também podem mudar as experiências imaginárias de como quer que as coisas sejam no futuro. Chamo isso de resultados experimentais antecipados. Quando os resultados que tem em sua volta não o estão apoiando para ficar num estado rico e efetivo, você pode simplesmente criar o mundo da maneira que quer que ele seja, e entrar nessa experiência, mudando, pois, seus estados, suas crenças e suas ações. Afinal, se você é um vendedor, é mais fácil vender 10 mil ou 100 mil dólares?

A verdade é que é mais fácil vender 100 mil. Deixe-me dizer-lhe por quê. Se sua meta é vender 10 mil, o que está tentando é conseguir o suficiente para pagar as contas. Se essa é sua meta, se isso é o que representa para si mesmo como sendo o motivo para trabalhar com tanto afinco, você pensa que ficará num estado excitante, fortalecido, rico de recursos, enquanto trabalha? Você fica fervilhando de excitação quando pensa:
"Amigo, tenho de ir trabalhar a fim de conseguir o suficiente para pagar minhas contas nojentas"? Eu não o conheço, mas isso não funcionaria comigo.
Mas, venda é venda. Você tem de fazer os mesmos telefonemas, encontrar as mesmas pessoas, entregar os mesmos produtos, não importando o que espera alcançar. Assim é muito mais excitante, muito mais tentador partir para uma meta de fazer 100 mil do que 10 mil. E esse estado de estímulo é muito mais capaz de incentivá-lo a tomar as espécies de medidas consistentes que liberarão seu alto potencial, do que ficar esperando vender o suficiente para viver.
Claro que dinheiro não é a única maneira de você se motivar. Qualquer que seja sua meta, se criar em sua mente uma imagem clara do resultado que quer e representá-lo para si mesmo como se já o tivesse alcançado, então você entrará nas espécies de estados que o apoiarão para criar os resultados que deseja.

Todas essas coisas são meios para mobilizar crenças. A maioria de nós forma suas crenças ao acaso. Nós absorvemos coisas - boas e más - do mundo em nossa volta. Mas uma das idéias-chave deste livro é que você não é só uma folha ao vento. Você pode controlar suas crenças. Pode controlar as maneiras como modela os outros.
Pode, conscientemente, dirigir sua vida. Pode mudar!!!


Anthony Robbins


PAIXÃO - CARACTERÍSTICA NUMERO UM