OBSERVAÇÃO - SENTIMENTO - REALIDADE


A relação entre aquilo que observamos, como nos sentimos, e aquilo que se manifesta em termos de nossa realidade é total!

Menciono isso porque vejo gente boa tentando provocar transformações positivas em sua realidade, mas o fazem observando o que se apresenta pronto, acabado e partem pra uma postura de tentarem justificar de um milhão de formas diferentes por que as coisas estão do jeito que estão.

E justificam... e procuram explicações... e pegam lupas e até microscópios eletrônicos pra tentar analisar o que na verdade não passa de um monte de cocô que já foi devidamente defecado e que deveria ser, portanto, imediatamente descartado!

Clamam por mudanças! Dizem-se os mais necessitados de transformações sobre a face da Terra. Entretanto escrafuncham em verdadeiros dejetos de forma obsessiva usando colher de sopa e palito de picolé! E vão além... buscam a opinião "alienígena" para algo cuja solução está completamente lacrada em seu mundo interior.

Custa tanto assim procurar no Agora motivos pra se sentir bem e olhar com os olhos da Alma na direção daquilo que se quer estabelecer?


“Tom, não me sinto bem. Quero me sentir bem.”

Vibrações contraditórias. Nada muda.

“Tom, quero aquele penico de louça chinês, legítimo Ming. É caro, mas vou focar nele!”

Consideras caro??? Vibrações contraditórias! Penico Ming é carta fora do teu baralho! Satisfaz-te em curtir a fotinho dele que encontraste na Internet!

“Tom, só me sentirei verdadeiramente bem morando naquele apartamento de quinze milhões e saindo pra jantar no melhor restaurante de Paris!”

Teu Agora não te satisfaz? Um sanduba na praia não te faz feliz? A casa onde moras te perturba a digestão? Então vai em busca de um bom anti-ácido pra tentar resolver tua azia. O apartamento de quinze milhões e jantares diários em Paris não te trariam a alegria que não existe em ti Agora. O jantar parisiense também te provocaria mal estar, e te incomodaria demais chegar no apartamento de quinze milhões, entrar no banheiro da tua suíte e notar que as empregadas esqueceram de limpar devidamente o interior da latrina de louça ucraniana.

Sabem... existe dentro da gente uma coisa maior, uma energia grandiosa, ilimitada a qual neste momento não vou dar qualquer tipo de nome.

É Algo que nos vê realizando rápido e fácil tudo, absolutamente tudo que sejamos capazes de imaginar e de sentir.

Mas pra isso acontecer naturalmente e sem o menor esforço, é fundamental que nos demos conta de que somos muito mais do que qualquer realidade que se apresente diante de nós, ou muitíssimo mais importante do que qualquer bem material que possamos vir a desejar.

Bens materiais, grana são coisas bacanas!

Mas são coisas que precisam nos sentir no controle da situação, no controle absoluto de nossos sentimentos. Jamais na posição de mendigos ou de escravos.

Seja lá o que for que possamos ter, querer ou desejar...

Percebeu-nos famintos, escravizados ou suplicantes de canequinha na mão... só dá merda! Esquece!

Tim – tim!