DIGA-ME ONDE DÓI E EU TE DIREI PORQUE

OS DEDOS



Eles representam as terminações "finas" das mãos. Eles são os seus "detalhes" e, por conseguinte, as terminações dos nossos atos, os detalhes das nossas ações ou das nossas formas de agir. 
Cada um, por sua vez,representa um detalhe particular, um modo ou uma fase específica que decodificamos graças ao meridiano energético que termina ou começa no dedo em questão. 
Enquanto elemento periférico ou de acabamento da ação, faz com que o indivíduo possa usá-lo facilmente como meio de feedback, de retroação. Graças a cada um dos dedos e aos pontos energéticos que estão na sua extremidade, podemos estimular ou eliminar inconscientemente, porém de maneira eficaz, as eventuais tensões que aí se encontrem. 
Assim, eles constituem, ao mesmo tempo, os locais e os meios privilegiados de vários pequenos atos "falhos" cotidianos que vemos como aleatórios e sem significação. 
Porém, na realidade, nunca é por acaso que cortamos, imobilizamos, queimamos, esmagamos ou torcemos este ou aquele dedo da mão.
 A cada vez, passamos por um processo "leve", porém nítido, de uma busca de expressão e/ou eliminação de uma tensão.
 Esse processo é capaz de funcionar, pois o ponto energético que se encontra na extremidade de cada um dos dedos é aqui um "ponto fonte" ou "ponto da Primavera". É o ponto do renascimento potencial da energia, graças à qual uma nova dinâmica pode aparecer ou através da qual a antiga pode se "recarregar" e mudar de polaridade.


Diga onde dói que te direi porque
Michael Odoul


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