Sol
De um modo geral, nos habituamos a usar o termo igualdade para designar coisas semelhantes. Fazemos uma observação superficial de determinados objetos e dizemos que são iguais. Duas rosas, por exemplo, podem parecer iguais, mas são somente semelhantes por pertencerem à mesma espécie.

A inteligência Universal 

é a unidade, constante e diversa, já que não se repete. Desse modo, você é único, é individual. Você é só você. Por esse motivo, não adianta querer se encaixar nos moldes sociais de como você deveria ser. Não adianta também querer ser aquilo que seus pais desejavam que fosse você. Não é preciso se comparar a ninguém, nem querer ser normal.


Quando quer se enquadrar no padrão normal você deixa de ser natural. Você abre mão da ousadia de ser você mesmo, pois as convenções sociais vêem isso como orgulho e arrogância. Você passa a não aceitar em sua verdadeira natureza. Quem vai amar uma pessoa que não desenvolveu a auto-estima? Ninguém, nem você mesmo.

A verdade sobre Nós

Foi preciso que a Essência criasse os corpos, para que pudesse se ver. Para entendermos melhor, podemos usar o exemplo do cinema. A câmera de projeção é a essência; você, ou o eu consciente, é o público. Para que você possa ver o filme é necessário que ele seja projetado numa tela. Nossos corpos exercem a função da tela.
A maioria das pessoas nem sempre consulta a essência, o sentir. Vive mais pelos padrões sociais e com isso tem atitudes contrárias ao que a essência quer.
As convenções sociais determinam atitudes artificiais para que nos engajemos em seus jogos neuróticos, mas a essência tem a sua própria verdade. Se você respeitá-la, não terá problemas. Ficar com o seu sentir, traz conseqüências benéficas, mesmo que intelectualmente você tenha se condicionado a recusar isso num primeiro momento.


Aprendi a não contrariar minha essência, porque toda vez que desafiei essa sabedoria, nada deu certo.

Do Livro: Faça Dar Certo


Luiz Antonio Gasparetto