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ORAÇÃO DO DINHEIRO

Entendendo que o dinheiro é energia, cessamos a nossa busca desumana atrás dele e passamos a atrai-lo. 

O Dinheiro é meu próprio produto de energia natural


Oração do Dinheiro – Joseph Murphy




Sei que o dinheiro é uma ideia da mente divina.

Simboliza riqueza; aceito-o como meio de troca.

Todas as ideias de Deus são boas.

Deus criou todas as coisas; proclamou que a Sua criação era boa e muito boa.

O dinheiro é bom; eu o uso sensatamente,criteriosamente,construtivamente.

O PLANO DE PROSPERIDADE DE 40 DIAS - A EXPLICAÇÃO

A forma e a experiência são apenas efeitos, aparências – e disseram-nos para não julgarmos pelas aparências! “Julgar” alguma coisa significa acreditar nela, assumi-la como verdadeira e concluir que é real. Mas disseram-nos para não fazer isso. Por que? Porque tudo que aparece como um efeito não tem valor próprio; o único atributo que um efeito tem são aqueles que você lhe dá.

Dinheiro é um efeito.

Quando você se concentra no efeito, está esquecendo-se da causa, e quando você esquece a causa, o efeito começa a diminuir. Quando você põe o foco de sua atenção em “conseguir dinheiro”, você está, na verdade, fechando seu suprimento.
O certo é começar, neste exato momento, a parar de acreditar que o dinheiro é sua substância, seu suprimento, seu suporte, sua certeza e sua segurança. O dinheiro não é nada disso, mas Deus é!

Quando você entende e concebe essa verdade, o suprimento flui ininterruptamente numa manifestação abundante e perfeita. Você precisa olhas exclusivamente para Deus como a Fonte e retirar por completo a sua mente dos efeitos externos.
Se você olhar para o seu trabalho, seu empregador, seu esposo ou seus investimentos como se fossem a fonte de seus suprimentos, você estará, na verdade, desconectando-se da Fonte Real. De fato: se você olhar qualquer pessoa, lugar ou condição necessária ao seu suprimento, estará fechando o fluxo. Se der poder a qualquer mortal, mesmo que seja o de ser um canal para o seu suprimento, você estará limitando seus bens.
Você deve pensar sobre dinheiro ou qualquer outro desejo de posse material simplesmente como um símbolo externo do suprimento interno, e a única realidade desse símbolo é a substância que está implícita na manifestação externa.

VAMOS COMEÇAR O ANO , GARIMPANDO?



Todos temos exatamente o mesmo potencial de transformar o que bem entendermos no Agora!

Somos todos, sem qualquer exceção, dotados da mesma capacidade de permitir ou não nosso alinhamento. Alguns optam pelo alinhamento àquilo que desejam; outros resistem... nem poderia dizer que ficam de fora, pois a Lei da Atração funciona sempre, mas usam o Poder que possuem às avessas.

Se a única coisa que poderia nos diferenciar, é a forma como nossos olhos veem e como nossos corações sentem aquilo que nos cerca por que tanta luta, por que tanta angústia, por que tanto desânimo???

Se eu, tu, ele, nós, vós e eles temos a mais absoluta liberdade de parar por uns instantes e reformular nosso jeito de perceber nossa realidade, por que eu, tu, ele... nos preocuparíamos com seja lá o que for???

E não é necessário mais do que alguns poucos segundos para fazer essa transformação.

Para-se e pensa-se: Eu estou comigo no Agora e estou maravilhosamente bem!

Traçando o Princípio Da Suficiência Plena

O conceito de suficiência plena foi construído a partir das formas originais de todos os sistemas filosóficos e religiosos existentes até o segundo século d.C., quando teve início a guerra contra o autoconhecimento e a autoconfiança.
Os antigos ensinavam que ter o entendimento de si mesmo equivalia a ter o entendimento de Deus, e que pelo processo de meditação nos é dados o poder de liberar a Energia Divina de dentro de nós e de transmutar a discórdia em harmonia, a ignorância em sabedoria, o medo em amor e a falta em abundância.

Os iniciados eram treinados para conceber a mais alta visão com seu Verdadeiro Mestre Interior – a Fonte de Tudo.
Estudantes dos sagrados mistérios eram, também, instruídos quanto ao uso do inato poder irradiante e magnético no exercício do domínio de si. Por meio do trabalho com a rítmica energia proveniente do Eu Superior, qualquer tipo de bem que fosse necessário para se efetuar uma troca era tido como um instrumento da boa vontade superior, assim como o dinheiro, que nada mais era que um simples sinal da apreciação pelo serviço de alguém, ou mesmo um símbolo de amor e integridade.
Sem entrarmos muito no mérito da questão, um ensinamento, em particular, permaneceu constante durante o processo de iniciático: mente e emoções personificando amor, gentileza e paz eliminam a limitação, de modo que a consciência de um estado pacífico e inofensivo liberte o indivíduo do cativeiro e das restrições do pensamento da raça humana.
Por meio da inspiração e dos ensinamentos de Jesus, os gnósticos (do grego gnosis, que significa conhecimento) continuaram a tradição esotérica e suas escrituras enfatizavam a unicidade entre Deus e o Homem, a Divindade do Indivíduo e o Poder Criativo de cada alma para se elevar acima das limitações.
No Evangelho segundo Tomé, Jesus deixa claro que o homem, ao conhecer sua própria e verdadeira identidade, passa a ter a compreensão de que é Uno com o Pai e enfatiza, então, a verdade que diz ser a consciência que o homem tem da sua Divindade, do seu Ser Crístico, o seu próprio suprimento. Jesus disse: “se não conheceres a ti mesmo, viverás na pobreza, e tu é quem serás a pobreza”.
No ano de 180, d.C., Irenaeus, Bispo de Lyon, atacou o pensamento independente e todo o ensino relativo à unicidade de Deus com o homem, pois acreditava que a consciência espiritual e a união pessoal com Deus acabaria por minar a autoridade dos padres; Para começar, Irenaeus editou os seus Cinco Livros Contra os hereges, seguido por uma lista dos escritos aceitos, para os quais foram escolhidos apenas aqueles cujas palavras apoiassem suas exigências em relação ao dogma estabelecido. O direcionamento da mente no sentido de dentro para fora começava a mudar a partir de então, e o inato poder do indivíduo foi, gradualmente, sendo colocado em uma estrutura exterior, rebaixando-se-lhe a autoridade.

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